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terça-feira, 7 de julho de 2009

As garrafas, e depois... as cascas de banana


Por uma boa causa – a inclusão social – participei, entre mais de 4500 pessoas numa caminhada e corrida, promovida por uma Instituição de Solidariedade Social Olisiponense.
No início do percurso, estavam disponíveis garrafas de água para os participantes. A partir de alguns metros adiante, o “rio” de garrafas estendia-se pela estrada. A certa altura, um senhor de alguma idade, em sentido contrário, acenou com uma casca de banana, e disse: “no fim da caminhada oferecem-nos uma banana!”.
Por um lado, não é descabido de todo, pois como é sabido, a banana é rica em potássio e magnésio, matérias gastas pelo exercício físico e que devem ser reestabelecidas;
Por outro, pensei que desse mau resultado. É que depois do resultado das garrafas de água, poderia ter acontecido o mesmo com as cascas de banana. Felizmente, não haviam muitas no chão, mas as suficientes para alguns chegarem ao chão depois da meta.

6 comentários:

Maria disse...

Meu Corvo:
Pois é. As bananas têm essas coisas todas, mas as cascas escorregam. E uma perninha partida não se cura com potássio.
Quanto às garrafas, não me espanta que também façam cair alguém. Se uma pessoa se descuida e bebe uma garrafa de ginja, também corre o risco de partir qualquer coisa. Nem que seja a garrafa.
Beijinhos
Mãe

Anónimo disse...

Corvo,
É sempre gratificante participar em acções de solidariedade social.

Apesar das garrafas espalhadas e das cascas de banana, é verdade que nós portugueses estamos "quase" sempre dispostos a alinhar por uma boa causa.
E também achamos que tudo corre sempre bem. Quem pensaria que a sua casca de banana faria cair qualquer um desgraçado?
Somos assim!
Saudades
Nemy

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Poisé Vascorvo, o que não falta praí são cascas de banana - e escorregadelas e deles. E bananas, muitos bananas, a precisarem de uns bananos pelo trombil.

Valha-nos a solidariedade portuga, que o mesmo é dizer: pobretes - mas alegretes.

Abs

Corvo disse...

Pois é, Maria minha Mãe: as cascas fazem escorregar; algumas garrafas provocam desequilíbrios...

Corvo disse...

É verdade, Noémia. Já por vezes que os portugueses se dispuseram a participar em acções de solidariedade. Criam-se contas e divulgam-se os números para apoiar algumas causas. E mesmo, podemos dizer que existe na nossa comunidade um bom espírito de ajuda aos mais necessitados.

Corvo disse...

Antunes, por falar em solidariedade, também já tenho tido vontade de dar umas solhas a alguns seres viventes que por aí andam.