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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Por morrer uma andorinha


Será que existe alguém que nunca sentiu que só os bons é que se vão embora? Parece que não.
Mais uma vez - e num espaço de pouco tempo - tenho tal sensação. Por que tinha de ser fulano x ou sicrano y?
Na vida somos todos insubstituíveis - uns mais do que outros.
Desta vez, a dor foi mais fraca do que a de há mais de um mês, mas também a senti de alguma forma. Embora não o conhecesse muito bem, do pouco que conheci, era um Homem sempre disposto a prestar ajuda e de uma grande simpatia. O que mais custa é pensar que não teve tempo para viver e que todo o sofrimento foi em vão.

Um abraço, S. e descansa em paz!

Ele trabalhava em Informática. Será que no céu existem computadores e ele leu isto? Se sim, então não acaba a Primavera.

2 comentários:

Anónimo disse...

Filho:
A vida não te tem poupado a desgostos destes.
Sei como te mostras forte por fora, mas também sei o que te dói o desaparecimento de alguém.
Se te faz bem, acredita que o teu amigo leu e gostou do que lhe escreveste.
É díficil perder alguém, sobretudo alguém tão novo.
Beijinhos da mãe que te entende muito bem.
Maria

Anónimo disse...

Meu querido amigo,
Sabes o que eu penso. Numa outra dimensão os que partem continuam connosco.
Abraço apertado com um beijinho
Nemy