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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Afinal de contas, quem é o Ministro das Finanças?



Advertência: Isto é só uma pequena piada apenas à imagem. Não tem mais nada para além disso.

sábado, 22 de outubro de 2011

Sonhei com Tomar



Acordei às cinco e pouco da manhã para ir beber o habitual copo de água e despejar o autoclismo (a necessidade fisiológica do costume). Pouco depois de abrir os olhos, lembrei o sonho que tivera momentos antes.
Ora vá-se lá descobrir os mistérios que esconde o cérebro das pessoas! Onde se vão buscar algumas coisas para os sonhos!? Já ides perceber:

A princípio, sonhava que estava a brincar – como as crianças – com uma caixa de agrafos. Os conjuntos de agrafos seguidos “eram as linhas dos comboios” para juntar umas às outras. Eu tinha que colocar os agrafos em fila, unidos, porque “o comboio vinha lá”! Já tinha feito uma linha muito grande. Depois vi o comboio partir da estação (que era a caixa dos agrafos), e apercebi-me que já “estava” dentro da locomotiva, que acelerava. Quando chegou ao destino apeei-me, e estava em Tomar. Ia ficar no União – como habitualmente – e a intenção (além de dar uns passeios pela terra) era ir à Feira de Santa Iria. Estava lá gente de família muito chegada.

As coisas que uma pessoa vai buscar nos sonhos!

Tenho que me ir deitar outra vez, mas antes ainda vou ver se tenho uma caixa de agrafos...

Escrevi este post em 2008. Repito-o propositadamente pois vou agora dormir, mas nem sequer preciso dos agrafos; só preciso de acordar cedinho para chegar a horas de apanhar o combóio e ir a Tomar, à Feira de Santa Iria, ao União, e ver familiares que lá se encontram.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Banhos na Doca de Alcântara


As fotos que aqui mostro foram tiradas em Agosto de 1911, portanto, há cem anos. Pertencem a uma Illustração Portugueza.
Mesmo assim, à imagem dos nossos dias da referida Doca, parece-nos impossível, a menos que fosse para tomar banho de esgoto.

Como há 100 anos se podia nadar no tejo, em Lisboa; como há 100 anos havia praias em Lisboa, como era o caso da Praia de Pedrouços.

domingo, 2 de outubro de 2011

Nirvana


Paz nas montanhas, meu alívio certo.
O girassol do mundo, aberto,
E o coração a vê-lo sossegado.
Fresco e purificado,
O ar que se respira.
Os acordes da lira
Audíveis no silêncio do cenário.
A bem-aventurança sem mentira:
Asas nos pés e o céu desnecessário.

Miguel Torga