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sábado, 22 de outubro de 2011

Sonhei com Tomar



Acordei às cinco e pouco da manhã para ir beber o habitual copo de água e despejar o autoclismo (a necessidade fisiológica do costume). Pouco depois de abrir os olhos, lembrei o sonho que tivera momentos antes.
Ora vá-se lá descobrir os mistérios que esconde o cérebro das pessoas! Onde se vão buscar algumas coisas para os sonhos!? Já ides perceber:

A princípio, sonhava que estava a brincar – como as crianças – com uma caixa de agrafos. Os conjuntos de agrafos seguidos “eram as linhas dos comboios” para juntar umas às outras. Eu tinha que colocar os agrafos em fila, unidos, porque “o comboio vinha lá”! Já tinha feito uma linha muito grande. Depois vi o comboio partir da estação (que era a caixa dos agrafos), e apercebi-me que já “estava” dentro da locomotiva, que acelerava. Quando chegou ao destino apeei-me, e estava em Tomar. Ia ficar no União – como habitualmente – e a intenção (além de dar uns passeios pela terra) era ir à Feira de Santa Iria. Estava lá gente de família muito chegada.

As coisas que uma pessoa vai buscar nos sonhos!

Tenho que me ir deitar outra vez, mas antes ainda vou ver se tenho uma caixa de agrafos...

Escrevi este post em 2008. Repito-o propositadamente pois vou agora dormir, mas nem sequer preciso dos agrafos; só preciso de acordar cedinho para chegar a horas de apanhar o combóio e ir a Tomar, à Feira de Santa Iria, ao União, e ver familiares que lá se encontram.

6 comentários:

Maria disse...

Corvo, meu filho
Já deves ter chegado à "Terra Prometida". Que tal a viagem pelos agrafos?
Vai lá às sardinhas, dá beijinhos aos nossos e afins.
Gostei deste poste.
Diverte-te. Come uma fartura quentinha.
Até amanhã
Beijinhos
Mãe
PS ( continuo, teimosamente, a ser):
Tomar(a) que não chova.

Vasco disse...

Já cheguei, e já vim. Os agrafos não saltaram do lugar, cheguei, vi a Feira de Santa Iria, familiares próximos, pessoas conhecidas, fiquei no União, fui à Cerca, às sardinhas, etc..
Deve ter sido a Santa Iria que fez o milagre de não chover em Tomar.
Pouco depois de lá saír, já no Suimo, depois de almoçar um belo arroz de "Pica no Chão", rebentou uma carga de água de todo o tamanho.

Quanto às sardinhas, foram as melhores que provei neste ano!

Beijinhos.

Henrique ANTUNES FERREIRA disse...

Vascorvamigo

Esse encantamento nabantino não é sonho: é realidade. A tua realidade, a realidade da mamã Maria, a realidade de quem sabe sonhar... acordado, depois de fazer uma mijinha...

Bela narrativa, como sempre que abordas esse tema tão querido. Parabéns.

E também apanhei uma chuvada; mas vinha de comboio...

Abç

E na nossa Travessa também há chuva de Outubro...

Je Vois La Vie en Vert disse...

Olá Corvo,

Tens sorte em ter lembrado o sonho ! Normalmente eu não me lembro dos meus sonhos tanto que até tenho impressão que nem sonho ! Devo ser pragmática...
Tomar, terra que gostas onde passaste bons tempos, onde tens família, então não havia de ser um bom sonho ?
Beijinhos
Verdinha

Vasco disse...

Amigo Antunes Ferreira,

Já tinha escrito este "post" em 2008, salvo erro. Mas, depois de - numa das minhas fúrias - ter fechado o blogue, na véspera de ir a Tomar lembrei-me do que escrevera há 3 anos, e foi a maneira de tirar o corvo da quarentena.

Realmente adoro Tomar. Tomara eu num dia ir viver para lá! Talvez arranje uma Tomarense, quem sabe...

Abraço

Vasco disse...

Verdinha,

Foi um sonho que tive há três anos, e pensei que num dia seria realidade. E não me enganei.

Tem de lá ir, que vale a pena.
Sabe, na residencial onde fico, a dona e uma das recepcionistas são Belgas. Assim, lá vou treinando o meu francês...

Beijo