domingo, 30 de maio de 2010

Quer ver? Pague mais!


Sé de Évora.
Para visitar a Sé, tem que se pagar, à entrada.
Mas, se quiser ver cada capela da igreja, vá à recepção adquirir as fichas para acender a luz, e despache-se a ver, porque não está muito tempo acesa.

QUE VERGONHA!!

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À entrada do jardim, em Évora.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Onde fica a rua que não tem a placa toponímica?


Hoje, na Estação do Metro de Arroios:
-Boa tarde, minha senhora. Podia dizer-me para onde se vai para...(Eu a resmungar baixinho: Olha, foi-se embora, tem medo que a morda. Só espero que quando precisar de ajuda lhe façam o mesmo!).
Saí da estação, aproximei-me de um Senior e disse: - Boa tarde! O amigo podia dar-me aqui uma ajuda... Resposta: Eu dava, mas não tenho aqui nada. Minha contra-resposta: Pois, meu senhor, felizmente ainda não cheguei a isso. Na verdade a ajuda que quero de sua parte, é que me indique para onde se vai para a Barão de Sabrosa. O Senior: - Então, segue sempre a estrada, e ao fundo vira à esquerda.
- Obrigado e resto de um bom dia. Saúdinha!
Lá subi, e não dava com a rua, perguntei a outro. "O quê, não percebi. Tem de falar mais alto que ouço mal" - Barão de Sabrosa - "Barão de?" - Sabrosa! - "Desculpe, mas não compreendo". (Escrevi num papel)
- "Ah, para a Barão de Sabrosa, venha no autocarro e... toque para saír... atenção... é para aquela rua que tem de seguir" - "Obrigado, bem haja!" (e fiz os gestos de agradecimento com as mãos.
Curioso é que quando lá cheguei, não havia placas toponímicas, e o mesmo parece ter acontecido com letreiros que estavam junto da Igreja de São João.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

50 anos a transportar...


Como já referi neste espaço, em 29 de Dezembro passaram 50 anos sobre a inauguração do Metropolitano de Lisboa. Assim, o slogan comemorativo da efeméride é 50 anos a transportar Lisboa, como se pode ver na maior parte das estações.
Porém, no Campo Grande, algum engraçadinho resolveu retirar à palavra “Lisboa”, o L e o A; não satisfeito com isso, ainda mudou a ordem das letras. Assim, ficou o slogan original que se vê na foto.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mata Nacional das Árvores Podres


Considero a conhecida Mata Nacional dos Sete Montes, em Tomar, a mais bela que há por esse Portugal fora, embora existam outras também bonitas.
Mas esta - não sei se é por ser tomarense - tem um encanto especial.

Talvez porque, sendo uma das minhas grandes paixões, constitua uma preocupação: o fogo.
Num país onde os fogos postos vão sendo cada vez mais frequentes, e com a falta de limpeza das matas, qualquer fogacho depressa se transforma num incontrolável fogo.
(toc, toc, toc - na madeira - "Seja o Diacho surdo, cego e mudo")

Ao passear pela mata, encontrei, por algumas vezes, o caminho cortado por árvores caídas. São muitas as árvores que manifestam falta de manutenção. Já para não falar na quantidade de ervas altas que invadem os locais de circulação.

LIMPEM A MATA, ANTES QUE SEJA TARDE. DEPOIS AINDA ALGUÉM DIZ "ARDEU, MAS NÃO DEVIA TER ARDIDO!"

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Palavras, para quê?


Como se pode ver, em princípio de Abril, o Rio Nabão é um autêntico dilúvio.
Está cheio de água, e água limpa.
Desta vez, não se vêem peixes, mas patos há-os à fartura, nos sítios onde não há tanta corrente.
Ficam as imagens, que dizem mais que quaisquer palavras.

domingo, 4 de abril de 2010

Centro Comercial dos Templários

Não sei quantos anos tem. Conheço-o já há mais de vinte, tendo-o visitado quase sempre que vou a Tomar. Conheci-o com muitas lojas abertas, de diversos ramos.
Entra-se lá dentro e faz lembrar o Centro Comercial Columbia, na Av. Júlio Dinis, em Lisboa. Tem um estilo próprio dos anos 60. Conserva ainda essa característica.
Ontem, ao lá entrar, pouco reconheci do Centro Comercial dos Templários não de há muito tempo. Neste momento, o ramo que lidera esta superfície comercial, é o das imobiliárias, que colocaram a aluguer a maior parte das lojas.
É um “Centro Comercial fantasma”. Ao passar por todas aquelas lojas fechadas, só pensei na quantidade de pessoas e famílias que viram o seu negócio ir por água abaixo.
Há quem atribua este drama à quantidade de grandes superfícies comerciais que abriram nas imediações da Cidade Templária.

Nota: Não tenho nenhuma fotografia do Centro Comercial.