sábado, 30 de julho de 2011

AVISO DE FECHO DE BLOGUE


Aviso aos (escassos) leitores deste medíocre blogue que, em breve vou fechá-lo (temporáriamente) até que resolva fazer alguma coisa de geito.
É possível que, até lá, ainda publique mais alguma coisa, mas não prometo. Tenho, como já aqui referi - para além do emprego, a faculdade. Agora estou de férias dos estudos; no dia 1 já regresso ao trabalho. Além disso, tenho mais algumas coisas que quero fazer.

Mas, acima de tudo, tenho consciência que não tenho feito aqui grande coisa e que o pouco que fiz não mereceu a atenção de muita gente. Ora, as pessoas que têm visitado este espaço - na sua maioria - são pessoas com quem falo ou me relaciono com frequência. Posto isto, comparo este blogue a escrever papéis e colocá-los na gaveta.
Assim, não vale a pena continuar a "brincar aos blogues"; prefiro escrever um diário, em papel.

No entanto, espero que os bloguistas que lerem o meu blogue continuem a publicar umas coisas, para que não fique tão desligado da "blogosfera".

Beijos e abraços,

João Vasco Sotto-Mayor Alves Costa

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha




Durante várias décadas foi impossível visitar o monumento coimbrão. Águas do Mondego submergiram parcialmente o mosteiro.
Retiradas as águas e construído um forte muro para evitar nova invasão das águas, tiveram de retirar as areias que ficaram dentro do Mosteiro, ocupando a altura de mais de dois metros.
Actualmente, pode (e deve) ser visitado, não só pela sua beleza arquitectónica, mas também pela História que o envolve.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Até um dia, tia-amiga Ilídia


Partiste no dia 9 de Julho, deixando a saudade a quem gostava muito de ti. Já estás junto do teu marido José Antunes, do Arcádio, do pai da Noémia, do Sotto-Mayor e de todos os teus amigos e familiares chegados que também já partiram para junto do Senhor Deus. É difícil, neste momento, expressar-me em palavras. Mas fica prometido que voltarei a falar de ti neste blogue. Não da tua partida, mas da tua passagem por este mundo. Um beijinho do teu amigo Vasquito, e até um dia. Qualquer dia também vou...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

1.ª paragem do combóio



ATENÇÃO: ESTE POST É CONTINUAÇÃO DO SEGUINTE, PUBLICADO EM 8 DE JULHO DE 2010.

http://bloguedocorvo.blogspot.com/2010/07/linhas-e-agulhas-ferroviarias.html

Desde que me conheço como gente, tenho uma estranha fixação por combóios e linhas férreas. Talvez por semelhança à linha da vida, ao caminho, ao destino…
Andei um quilómetro, e eis a prometida estação de curta paragem. A máquina vai arrefecer um pouco, mas o motor não vai deixar de ter pressões de vapor. Só um pequeno espaço de tempo para o maquinista poder descansar e dar um pequeno passeio para descomprimir.
Faltam ainda dois km. para chegar ao desejado destino. Talvez ainda haja uma agulha para desviar depois dos três quilómetros.

domingo, 12 de junho de 2011

O combóio está a chegar à estação


Depois de um belo passeio a São Leonardo de Galafura, a passagem foi pela estação de combóios do Ferrão. Nunca lá tinha ido, mas já tinha visto fotos. Quis lá ir porque me pareceu digno de ser visto. E é mais bonito do que esperava. Um homem natural de São Martinho de Anta, que me tem guiado nalguns passeios, dotado da sua boa e longa experiência de vida e sabedoria, afirma que a natureza só pôde ter sido criada por Deus.
Os socalcos das videiras foram feitos pelo Homem, a linha férrea também; mas aquele rio, aquela natureza tem algo mais do que a mão humana.
Mas é um local que merece ser visitado. O caminho não é o melhor, mas vale a pena. E em último caso, passa lá uma automotora.

Quando mandar revelar as fotos que tenho tirado com a máquina fotográfica, postarei melhores fotos.

sábado, 11 de junho de 2011

Torgas


Chama-se torga ou urze a uma planta que nasce no Douro. Há muitas em São Martinho de Anta e nas imediações. Nasce por todo o lado, até em terrenos cheios de rochas de granito.
Nascido em São Martinho de Anta, Adolfo Correia da Rocha, mais tarde veio a tornar-se escritor, adoptando o pseudónimo de Miguel Torga. Torga, pela planta da sua terra, que brota do seu solo.
Respeitando a sua simplicidade, a pedra da sepultura do nosso escritor, é de granito; e respeitando a sua vontade, plantaram-lhe uma urze ao lado da campa que, há perto de catorze anos não media mais de meio metro de altura.
A Torga que plantaram ao lado do corpo do Miguel Torga, cresceu, está forte e bem viva!
Fui lá, e coloquei-lhe por cima da campa alguns ramos de urze, colhidos junto à Capela de Nossa Senhora da Azinheira.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Tomar - Escadinhas da Senhora da Piedade


Passaram alguns meses desde o tornado que devastou parte da Cidade nabantina.
Tomar (e os seus habitantes) tem uma forma parecida com a da natureza - talvez um pouco precionada pela Festa dos Tabuleiros cuja data se aproxima - que, em pouco tempo, recuperou significativamente dos estragos. Como bom exemplo, temos a escola que ficou literalmente sem o andar superior e que já se encontra reconstruída, tal como os telhados de algumas casas afectadas.
No entanto, a Cerca - ou Mata Nacional dos Sete Montes - continua fechada. Há lá dentro máquinas a trabalhar. Pode ser que seja desta que a limpem como deve ser, porque antes do tornado já estava uma vergonha com árvores doentes e a caír de podres, mais os matagais que entopem o caminho e contribuem para possíveis incêndios em tempos de seca.
Outra parte que ainda está por fazer, é a reparação das Escadinhas da Senhora da Piedade que, já antes do tornado não estavam muito conservadas. Depois dele, ficaram no bonito estado que as fotos apresentam. Pela primeira vez, senti medo de as subir.
Há degraus partidos e ocos. Aquilo pode desabar a qualquer instante.
Chegado lá à ermida, falei com o senhor que está lá de guarda, que me informou que a Câmara vai fazer obras na escada, de maneira a que fique pronta em Setembro.